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sábado, 30 de janeiro de 2010

(Video Bom Dia São Paulo Segunda-feira, 11/01/2010)

Kassab ouve reclamações dos moradores de Jardim Romano

(Video Rede Globo) Moradores da região do Jardim Romano se unem para limpar córrego

Moradores de condomínio alagado continuam pagando prestações em SP

Apartamentos do 1º andar foram tomados pela enchente na Zona Leste.
Prefeitura precisa declarar calamidade para isenção do pagamento.

Do G1, com informações do SPTV

Moradores do Jardim Romano, na Zona Leste de São Paulo, vivem há 50 dias no meio da enchente e são obrigados a conviver com sujeira, lixo, lama e ratos. Um condomínio do bairro foi cercado pela água – as duas entradas estão praticamente intransitáveis, e apenas de bote é possível chegar ao local. Entretanto, os moradores continuam pagando as prestações dos apartamentos.

Veja notícia completa no site da globo.

Novas ruas alagam no Jardim Romano, em SP

Da Agência Estado

São 50 dias embaixo d’água e a situação não melhora no Jardim Romano, na zona leste da capital paulista. Só piora. Com as intensas chuvas do início da semana, pontos que ainda não haviam sido atingidos pelas enchentes já estavam tomados de água ontem, pela primeira vez desde que o problema começou no local

A Defesa Civil municipal estima em dez metros o avanço das águas nesta semana, relativo ao perímetro mapeado a partir de 8 de dezembro, quando a água começou a subir. Pelo menos mais quatro ruas do bairro, onde a água não chegava - ou "não passava do meio-fio" -, tiveram suas casas invadidas.

A cena mais comum ontem foi, novamente, a de pessoas retirando pertences de casa - era uma segunda leva de moradores afetada. Carregavam geladeiras, fogões, aparelhos de televisão e todo tipo de sacolas de roupas e utensílios. Em pontos da Rua André Furtado de Mendonça e da Avenida Manuel Lopes de Camargo, a água também subiu pela primeira vez - na madrugada de ontem, chegou à Igreja Nossa Senhora do Rosário, tida como "ponto seco" na região.

A julgar pelos planos das autoridades, não há data para o sofrimento terminar. A Subprefeitura de São Miguel Paulista informou que vai aguardar as chuvas cessarem para recomeçar o bombeamento da água. Enquanto isso, os planos são realizar cadastro de moradores e tentar suprir necessidades básicas da população.

Segundo Sylvio Sena, da Defesa Civil, por causa das chuvas, a ordem é "intensificar a atenção". No cadastro da Secretaria Municipal de Habitação, são 18 mil pessoas atingidas pelas enchentes, em nove bairros de São Miguel. Ontem, segundo os bombeiros, 33 ocorrências foram registradas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

(Video) Matéria da Globo SPTV Quinta Feira, 28 de Janeiro

Olha eu no carrinho saindo pra trabalhar atrasado.

(Video) Matéria da globo sobre enchente em março de 2009

Moradores do Condomínio Terras Paulista II, III, IV e V da Caixa Econômica Federal, sofrem já sofrem com a enchente e neste momento Prefeitura, Governo do Estado, Caixa Econômica Federal, Principal, Sub Prefeituras de São Miguel e Itaim, todos já estão cientes das enchentes e dos prejuízos que a mesma causa aos moradores do Bairro.



Jd. Romano, Cidadania Encharcada (estadao.com.br)

Matéria do estadão sobre o Jd Romano.

Clique aqui e veja matéria completa com fotos

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Novo parque aquático de São Paulo este é gratuito.


Novo parque aquático de São Paulo este é gratuito.

Quando chover pegue sua turma e caia na água...


MP e Defensoria de SP investigam alagamentos na zona leste

27/01/2010 - 11h56

MP e Defensoria de SP investigam alagamentos na zona leste; mesmo com ação judicial, pouco foi feito


Desde que começaram a aparecer os primeiros alagamentos nos bairros da várzea do rio Tietê, na zona leste de São Paulo, a Defensoria Pública do Estado já requisitou diversos esclarecimentos aos órgãos responsáveis, recomendou medidas para garantir a saúde da população e pediu na Justiça que providências fossem tomadas. Cinquenta dias depois, quase nada foi feito.

“Conformou-se com uma situação de virtual calamidade pública. As requisições não foram respondidas de forma adequada. Isso quando houve resposta. A Sabesp, por exemplo, não respondeu. A Prefeitura deu respostas vagas e lacônicas. E o DAEE [Departamento de Águas e Energia Elétrica, órgão do Governo do Estado] não atendeu à requisição”, explicou o defensor público Carlos Henrique Loureiro, coordenador do Núcleo de Habitação e Urbanismo.

Leia notícia completa

Fabiana Uchinaka
Do UOL Notícias
Em São Paulo

Mais enchentes

terça-feira, 26 de janeiro de 2010