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sexta-feira, 5 de março de 2010

Periferia de São Paulo sofre com ação criminosa

Para apressar a remoção de milhares de famílias da região, Estado pode ter cometido crime contra a humanidade

06/01/2010

Eduardo Sales de Lima

da Reportagem


Em menos de duas horas o “barraco” de Maria Auxiliadora estava debaixo d'água. Os remédios de seu marido estragavam dentro do quarto alagado. Do lado de fora, desespero. Crianças se afogando e mães gritando por socorro. Em apenas 24 horas, no dia 8, caiu sobre São Paulo (SP) o maior volume de água registrado desde 1999, 77,4 mm (cada milímetro equivale a um litro de água por metro quadrado).


“Ouvi mães gritando por socorro, aí eu caí para dentro da água. O que deu para salvar nós salvamos. Mas teve família que perdeu tudo, como mantimentos, geladeira, televisão. Isso na minha rua que é um local mais alto. E logo imaginei que na baixada estaria pior. Chegando lá a água estava dando quase no pescoço”, relata o líder comunitário da Chácara Três Meninas, Cristovão de Oliveira, que mora há mais de trinta anos na região.


Mais detalhes acesse

terça-feira, 2 de março de 2010

Limpeza Meia Boca

Mais um dos motivos que fazem com que o Jardim Romano, mais especificamente na Rua Capachós, fiquem sempre alagados.

A limpeza dos bueiros não é feita nos bueiros e só na rua deixando os bueiros sempre cheios. Assim qualquer garoa como a de apenas 3 horas de domingo, enchem a rua novamente.

Apenas 3 horas seguidas de garoa, ou chuva bem fraca encheram toda a Rua Capachós.

veja foto no momento da limpeza do bueiro neste domingo (28) de manhã, 30 minutos antes de começar a garoa.